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quarta-feira, 27 de abril de 2011

16 a 20 de maio - Semana de combate ao abuso sexual infanto-juvenil

Lançado pela Geração Editorial, "Segredo Segredíssimo" é uma publicação pioneira no Brasil. A polêmica provocada pelo assunto faz com que o gênero seja raro em todo o mundo.  A au
tora, Odívia Barros, combina a narrativa convencional de um livro para crianças com a seriedade que a questão exige.

Destinado à educação infantil, o título conta a história de Adriana, uma menina que guarda um segredo que a entristece. Por sorte, Alice, uma amiga muito esperta, a ajuda dando conselhos valiosos.

O volume foi avaliado por educadores e pode ser adotado por pais, responsáveis e professores. As ilustrações são de Thais Linhares, designer gráfica que produziu roteiros para a revista "O Menino Maluquinho" e escreveu "Vovó Dragão", da editora Nova Fronteira. Conheça, abaixo, algumas imagens do exemplar.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Para aqueles que já sabem escrever, mas precisam melhorar na leitura e ortografia

Para os alunos alfabetizados, mas que ainda trocam ou omitem letras, vale combinar numa mesma atividade a leitura e a ortografia, como nas propostas abaixo:

terça-feira, 15 de março de 2011

CINE CCH - UNIRIO

RECEBI O SEGUINTE E-MAIL DO PESSOAL DO FALE:

A todos os interessados,

Bom dia! Temos boas notícias no retorno das aulas!
Envio notícias a respeito da votação realizada pelos alunos do curso de férias e pelos professores que estavam conosco em fevereiro para a escolha da programação dos filmes do CINE CCH em 2011.

Na listagem final da programação estão incluídos 4 filmes escolhidos em comum com as duas escolas participantes da pesquisa (e que não entraram na votação) e os 4 filmes mais votados por alunos e professores a partir das sugestões recebidas e pensadas pela equipe do projeto.

Entraram na programação comum com as escolas:
Filhos do Paraíso
Valentim
Adeus Lenin!
Edifício Master

Entraram na programação pela votação de alunos e professores da UNIRIO:
Crianças invisíveis
Minha vida em cor de rosa
Mary e Max - uma amizade diferente
Olhar estrangeiro

Cada um dos filmes será exibido mensalmente no Auditório Paulo Freire na UNIRIO. Temos bons filmes e bons debates pela frente!

Nosso primeiro CINE CCH será dia 31 de março (5ª feira) com o filme "Filhos do Paraíso" às 18:30 no Auditório Paulo Freire.

Contamos com a presença de vocês! Falem com seus professores! Estão todos convidadíssimos!!

Equipe do Projeto CINE CCH



domingo, 2 de janeiro de 2011

Meu colunista favorito na Revista Crescer

Uma lista para todo pai

Fabrício Carpinejar

Era um momento infernal: entregar textos para jornal, corrigir provas da universidade, planejar palestras, organizar uma antologia. Os prazos expirando. Sabe quando não há fresta para consultar o relógio? Baixa-se a cabeça no livro e no computador, parando só para levantar a xícara de café. Notei que meu filho desenhava de pé. Quando ele desenha de pé, tem a fé de que vou convidá-lo para alguma brincadeira.

– Muito trabalho, pai?

– Sim, hoje não poderei brincar...

– Não pedi nada. Pode trabalhar, ficarei aqui torcendo...

– Torcendo para quê?

– Para que seu trabalho termine logo.

Como se concentrar com o filhote pertinho, cheiroso, com seu rosto de maçã mordida? Vou apressar e finalizar o quanto antes para cuidá-lo.

Quinze minutos e ele se aproxima, tímido, cuidando para não me ferir com palavras, e me mostra seu desenho. Finjo que leio, digo “bonito” pensando em outra coisa. Mas, sem querer, leio mesmo: 1) Minha torcida, 2) Ler livros, 3) Escrever textos, 4) Falar ao telefone, 5) Brincar com Vicente, 6) Ser feliz.

Danado, ele preparou o roteiro das minhas atividades e me entregou, a exemplo da lista que recebemos da sua mãe para fazer supermercado.

– Para não esquecer nada, pai...

Observei a pilha de papéis e cresceu uma compaixão de mim. Fechei o expediente com um desaforo gostoso. Larguei as falsas urgências pela urgência maior: ser pai.

– Vicente, lembra da caixa de violão que iríamos transformar num boneco?

– Sim. A vó queria jogar fora e não aceitei.

– Seis meses que eu prometo e o boneco nascerá agora.

Ele pulou em mim, mas antes riscou os quatro itens da lista. Tomamos várias revistas, escolhemos gravuras para colar no papelão e encher o corpo da caixa com figuras. O telefone tocava e não atenderia. Estava em reunião... com meu filho. Dois dias de absoluta entrega. Saímos para comprar material de costura. O fundo do rosto do boneco foi composto de pétalas brancas de rosas, buquê fresco da floreira da esquina. Formamos os olhos com dois botões, a boca é um zíper, o nariz veio de um prendedor de roupa. Após a camada de recortes, pintamos o dorso com tinta branca, criamos dois braços de isopor, aplicamos uma mão de goma e, em seguida, de verniz. Pronto! Deixamos secar. Como é inverno no sul, emprestei meu blusão colorido. Faltava um nome, veio sem cerimônia: Viola, já que surgiu da caixa do instrumento.

– Viola tem alma? – ele questionou.

– Tem, é a música. Por dentro, ele continua pensando que está carregando o violão.

Levamos Viola para almoçar com a família. As pessoas paravam para perguntar se era um exercício da escola.

– Que nada – replicava Vicente –, é trabalho de amor em nossa casa.


Fabrício Carpinejar é poeta, autor de Meu Filho, Minha Filha (Ed. Bertrand Brasil, 2007), entre outros livros
E-mail: fcarpinejar.colunista@edglobo.com.br

carpinejar.blogspot.com

sábado, 11 de dezembro de 2010

Trabalho individual com ortografia

TRABALHO INDIVIDUAL COM ORTOGRAFIA*
Objetivo: desenvolver o hábito da autocorreção, complementando as atividades de reflexão e revisão.

            Está organizado em níveis, para que aos poucos o aluno vá ganhando autonomia na correção ortográfica de seus textos. À medida que dominar completamente a correção em um nível, passe a proceder com ele no seguinte.
            Combine com os alunos marcas (círculo ou grifo) para assinalar a palavra a ser corrigida. As anotações nos textos devem ser feitas a lápis, para que possam ser apagadas após a correção.

1° nível:
·          Você assinala as palavras incorretas no texto do aluno, registrando-as corretamente abaixo do texto, na ordem de ocorrência dos erros;
·          o aluno apaga o erro, escreve a palavra corretamente e apaga também suas correções.
2° nível:
·          Você assinala os erros à margem da linha em que estes ocorreram e registra essas palavras corretamente abaixo do texto, na ordem de ocorrência;
·          o aluno procura as palavras erradas na linha assinalada e corrige-os como no procedimento anterior.
3° nível:
·          Você assinala as palavras incorretas no texto do aluno, registrando-as corretamente abaixo do texto, em ordem alfabética;
·          o aluno localiza-as e procede à correção, como nos níveis anteriores.
4° nível:
·          Semelhante à anterior, só que você assinala as palavras incorretas na margem; o aluno procura as palavras incorretas e corrige-as, como nos procedimentos anteriores.
5° nível:
·          Você não assinala as palavras incorretas, mas registra-as corretamente em ordem alfabética, abaixo do texto,
·          o aluno procura as palavras incorretas, a partir da lista que você fez, e corrige-as no seu texto, como nos procedimentos anteriores.
6° nível:
·          Você assinala as palavras incorretas nos textos do alunos, mas não as registra abaixo dos textos; anote os erros de todos os alunos e registre-os na lousa em ordem alfabética;
·          os alunos corrigem as palavras assinaladas consultando a lista feita na lousa.
7° nível:
·          Você assinala as palavras incorretas na margem dos textos; os alunos procuram as palavras erradas em seus textos e procedem como no nível anterior.
8° nível:
·          Você faz uma lista das palavras incorretas encontradas nos textos dos alunos, registrando-as na lousa em ordem alfabética, mas não as assinala;
·          os alunos procuram na lista da lousa para ver quais as palavras que devem corrigir em seus textos.
9° nível:
·          Você assinala as palavras incorretas nos textos dos alunos e pede-lhes que procurem no dicionário, para corrigi-las; os alunos apagam os erros, bem como as marcas feitas, e corrigem-nos.
10° nível:
·          Finalmente, você apenas faz marcas à margem do texto onde houver incorreções e os alunos identificam a palavra errada, consultando o dicionário para corrigi-la.

* Esta seqüência não impede que o professor apresente o dicionário desde o início e ensine como procurar para resolver as dúvidas de ortografia.

(Fonte: Ensinar pra valer / Português / Prefeitura do Rio de Janeiro)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Lendo sobre a dislexia e o TDAH

 
                                                        DISLEXIA                          TDAH

domingo, 3 de outubro de 2010

Para os alunos alfabéticos, duas sugestões para trabalhar com contos conhecidos



LEITURA: Ordenação da história (verifique se eles já sabem ler autonomamente. Se não, será necessário agrupá-los de maneira que pelo menos um dos integrantes da dupla  seja leitor competente).
 ESCRITA: Re-escrita do conto com as figuras em sequência para ajudá-los a recuperar o conteúdo da narração. Pode ser feita em duplas ou individualmente, servindo como diagnóstico ortográfico (verifique se os alunos já conseguem recontar histórias oralmente e se já participaram de situações de re-escrita coletiva).

Sem Censura - TDAH (TDA - Hiperatividade) - Ana Beatriz Silva - Mentes I...

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Semana de alimentação - 18 a 22 de outubro

Programa Cozinha Brasil - SESI

O monitor de judô me lembrou deste programa do SESI que passa na TV BRASIL e ensina diversas receitas reaproveitando alimentos. Ele já fez o curso, que é gratuito. Será que podemos convidar o projeto a visitar nossa escola?

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Alfabetizar com textos... como começar?

Bem, o primeiro passo é construir os seguintes materiais (para expor na sala):

- Alfabeto com o nome dos alunos;
- Lista de nomes da classe em ordem alfabética;
- Alfabeto para o caderno dos alunos;
- Lista de nomes para colar no caderno dos alunos;
- Fichário de nomes.

É preciso que estes materiais sejam confeccionados em letra bastão (caixa alta), na mesma cor e tamanho de letra, sem fotos ou ilustrações. É necessário garantir que a criança utilize seus conhecimentos sobre a língua para interpretar o que está escrito, como a letra inicial ou final.